Reforços só a pensar na conquista do título
Apuramento directo para a Liga dos Campeões - via conquista do presente campeonato -, qualificação para pré-eliminatórias da Champions, Taça UEFA... ou mesmo nada: Rui Costa, director-desportivo do Benfica, já tem ideias arrumadas tendo em vista o reforço do plantel para 2009/10 e garante que esse trabalho não será condicionado pelo lugar no qual a equipa venha a terminar esta edição da Liga Sagres.
Na mente do director há apenas um objectivo: conceber um grupo mais forte do que o actual e depois apontar à conquista do campeonato. A mentalidade, essa, terá de permanecer intocável. "A gestão será feita no sentido de fazer uma equipa para ganhar. São estes os objectivos do Benfica e nada mais vou adiantar. A única preocupação é recuperar a liderança a nível nacional. Por isso, as equipas que o Benfica forma - e irá formar - é com o objectivo de conquistar o campeonato nacional", adiantou.
Depois de ter sido apresentado, pelo segundo ano consecutivo, como padrinho da "Ligabombeiros", o administrador da SAD tentou colocar travão ao chorilho de nomes que vêm sendo aventados como possíveis reforços do emblema da Luz para a próxima temporada. Afinal, os encarnados até apostam em manter o número de elementos - 24/25 - no plantel às ordens de Quique Flores. De resto, o ex-internacional português deixou mesmo um recado a todos os que vão aproveitando para se valorizar... à custa do emblema da Luz, sejam eles jogadores, empresários ou clubes. "Todos os dias podem perguntar-me sobre isso, mas não tenho de responder sempre, nem o vou fazer. O Benfica é muito grande e isso dá-me prazer, porque todos os dias há um jogador novo a fazer primeiras páginas, ou porque algum jogador se quer valorizar à custa do Benfica, ou porque a imprensa descobre alguma coisa que não há para descobrir. Até nisso, o Benfica demonstra que é grande, mas não sou obrigado a comentar todos os jogadores que surgem na imprensa. Seguindo esse raciocínio, começamos 2009/10 com dez equipas", explicou.
A política de contratações para a próxima época passará em boa parte pela aquisição de jogadores com boa relação qualidade/preço, replicando o que sucedeu com Yebda, contratado a custo zero.
Na mente do director há apenas um objectivo: conceber um grupo mais forte do que o actual e depois apontar à conquista do campeonato. A mentalidade, essa, terá de permanecer intocável. "A gestão será feita no sentido de fazer uma equipa para ganhar. São estes os objectivos do Benfica e nada mais vou adiantar. A única preocupação é recuperar a liderança a nível nacional. Por isso, as equipas que o Benfica forma - e irá formar - é com o objectivo de conquistar o campeonato nacional", adiantou.
Depois de ter sido apresentado, pelo segundo ano consecutivo, como padrinho da "Ligabombeiros", o administrador da SAD tentou colocar travão ao chorilho de nomes que vêm sendo aventados como possíveis reforços do emblema da Luz para a próxima temporada. Afinal, os encarnados até apostam em manter o número de elementos - 24/25 - no plantel às ordens de Quique Flores. De resto, o ex-internacional português deixou mesmo um recado a todos os que vão aproveitando para se valorizar... à custa do emblema da Luz, sejam eles jogadores, empresários ou clubes. "Todos os dias podem perguntar-me sobre isso, mas não tenho de responder sempre, nem o vou fazer. O Benfica é muito grande e isso dá-me prazer, porque todos os dias há um jogador novo a fazer primeiras páginas, ou porque algum jogador se quer valorizar à custa do Benfica, ou porque a imprensa descobre alguma coisa que não há para descobrir. Até nisso, o Benfica demonstra que é grande, mas não sou obrigado a comentar todos os jogadores que surgem na imprensa. Seguindo esse raciocínio, começamos 2009/10 com dez equipas", explicou.
A política de contratações para a próxima época passará em boa parte pela aquisição de jogadores com boa relação qualidade/preço, replicando o que sucedeu com Yebda, contratado a custo zero.
As inovações que Lucílio abafou...
As três reparações de ordem táctica congeminadas por Quique Flores para a final da Carlsberg Cup acabaram abafadas pela discussão gerada pelo desatino de arbitragem que enxameou a disputa do troféu. Na sombra do turbilhão Lucílio, pouco ou nada se falou ou reflectiu sobre duas variações na linha média, com Rúben Amorim a aparecer, finalmente, por declarada opção estratégica, no centro do terreno ao lado de Katsouranis, e ainda Aimar a posicionar-se sobre a esquerda, para explorar zonas interiores e mais facilmente aplicar remates de pé direito - enquanto o canhoto Reyes tentava o mesmo no flanco oposto. Ao recuar o argentino, Quique arranjou espaço para juntar um avançado de raiz (Nuno Gomes) ao atacante mais referencial do clássico 4x4x2, adicionando sentido de baliza ao conjunto. É verdade que a equipa encarnada não teve a contundência que se lhe exige - porque o Sporting também teve mérito na acção de controlo -, mas não há dúvida de que ganhou agressividade com a reformulação feita. A repetir na Reboleira, provavelmente, ainda que com alguns retoques por causa de problemas físicos.
Entrar em último... não é bom
O Benfica não se dá bem quando tem de entrar nas quatro linhas depois dos rivais directos. Na presente Liga, esta situação já aconteceu 11 vezes aos encarnados, mais seis do que ao FC Porto e mais... nove do que ao Sporting. Contas feitas, os encarnados perderam 11 pontos nesta condição, fruto de quatro empates e uma derrota. É preciso recordar, claro, que em jogo estavam... 33 pontos. Nestas condições, o dragão perdeu apenas dois pontos, os mesmos que o leão, ambos com empates.
O cenário não preocupa, todavia, o director-desportivo Rui Costa. "Na última jornada, fomos os primeiros a entrar e o jogo acabou por não nos correr bem [derrota com o Guimarães]. Não temos de pensar na distância a que iremos estar dos outros quando o nosso jogo começar, mas sim nos três pontos. Entre pressão extra e ansiedade de jogar primeiro, falamos de uma equipa grande, que tem de estar preparada para tudo isso", vincou o patrão do futebol encarnado.
O facto de os jogadores do Estrela da Amadora não estarem a treinar normalmente não levará os encarnados a tirar o pé do acelerador. "Lamento... mas compete-nos estar preparados para o pior, e com certeza iremos encontrar dificuldades, tal como no ano passado [0-0]", lembrou
O cenário não preocupa, todavia, o director-desportivo Rui Costa. "Na última jornada, fomos os primeiros a entrar e o jogo acabou por não nos correr bem [derrota com o Guimarães]. Não temos de pensar na distância a que iremos estar dos outros quando o nosso jogo começar, mas sim nos três pontos. Entre pressão extra e ansiedade de jogar primeiro, falamos de uma equipa grande, que tem de estar preparada para tudo isso", vincou o patrão do futebol encarnado.
O facto de os jogadores do Estrela da Amadora não estarem a treinar normalmente não levará os encarnados a tirar o pé do acelerador. "Lamento... mas compete-nos estar preparados para o pior, e com certeza iremos encontrar dificuldades, tal como no ano passado [0-0]", lembrou
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